o bom gigante

September 3rd, 2010

torres

© novobenfica

caríssima(o),

hoje faleceu um nome incontornável do Futebol Português: José Torres.

à sua família, endereço os meus sentidos pêsames nesta hora tão difícil.

a quem não perceber o porquê destas palavras, refiro que é em alturas como esta que as clubites agudas são perniciosas.

adenda seleccionável

September 3rd, 2010

FPF

© Henrique Monteiro

caríssima(o),

num dia totalmente dedicado à leitura do acórdão sobre o repugnante processo da Casa Pia de Lisboa, este post é uma adenda ao «despedimento sem justa causa».

trata-se de um artigo da autoria do pseudo-comentador desportivo António Tadeia - o tal que chegou a “comentar” um jogo para os quartos-de-final da Liga dos Campeões em que o FC Porto foi uma das equipas envolvidas com um enfado tal que até parecia que estava a fazer um enorme favor ao País -, na coluna de opinião JOGO FINAL, habital no jornal diário (desportivo) O JOGO.
por incrível que possa parecer, eu estou de acordo com as palavras que se seguem, principalmente devido ao facto de terem sido redigidas por quem de direito. assim se justifica este post, guardado nos arquivos do TOMO I para memória futura. :)

por último, nunca é demais referir que o boneco que ilustra este post é da responsabilidade de Henrique Monteiro - outro cartoonista luso de sucesso, como se comprova, e que já dispensa apresentações.

Honra, inteligência e acção no “caso Queiroz”

ANTÓNIO TADEIA

O bate-bola que, a propósito do controlo antidoping, tem vindo a ser protagonizado por Laurentino Dias e Carlos Queiroz só pode ser descrito com um adjectivo: lamentável.
O sr. Secretário de Estado não tem que dar a opinião sobre um processo que, por estes dias, está em sede judicial (nem tem que distribuir acórdãos, por muito que a tal se tenha comprometido). E ao sr. Seleccionador Nacional fica mal falar do assunto todos os dias e depois pedir tranquilidade para a Equipa das Quinas.

Já se sabe que o “processo Carlos Queiroz” está inquinado desde o início pelas suspeitas em torno das razões que o motivaram. Na verdade, se havia razão para castigo e se a Justiça deve ser cega, o processo teria de ter sido levantado imediatamente. Como só se ouviu falar do caso depois dos problemas que se verificaram na África do Sul, a convicção de todos os observadores é que o processo não passa de uma cortina de fumo para permitir um despedimento mais económico. E isso é lamentável, porque, independentemente de ser evidente que Queiroz anda a reagir mal à pressão há uns meses (os casos foram-se multiplicando), um seleccionador não se despede assim - por questões de honra, mas sobretudo por questões de inteligência, porque lançar toda esta confusão sobre a Selecção, quando está em causa o apuramento para o Europeu, ameaça prejudicar mais as contas do que uma indemnização.

É por isso que devia ser Gilberto Madail e não Carlos Queiroz ou Laurentino Dias, quem já deveria ter feito algo. E, lamentavelmente, foi, dos três, o único que ainda nada fez.

ps: os negritos são da minha responsabilidade.

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em defesa da nossa “dama”

September 2nd, 2010

Miguel Sousa Tavares

© ionline.pt

caríssima(o),

descobri o texto que se segue por mero acaso, numa referência da bluegosfera® - o blogue do caríssimo Dragão Vila Pouca.

presume-se que as próximas linhas sejam da autoria  de Miguel Sousa Tavares. mesmo que tal não corresponda à verdade, subscrevo o seu teor. na íntegra.
e tu?

Cem anos de solidão

(1994 ?)

Se há coisas irracionais na vida de um homem, uma delas é a paixão pelo seu clube de futebol.
Sacrificamos-lhe dinheiro, família, noites de Sábado e tardes de Domingo, horas de angústia sem fim. Com ele gastamos parte preciosa das nossas energias, da nossa raiva de viver, da nossa capacidade de indignação. E partilhamos instantes de pura alegria, encenações rituais de felicidade colectiva que, aos olhos dos outros - dos que não entendem o Futebol -, se torna absolutamente absurdo e disparatado. E a verdade é que não vale a pena tentar explicar.
Porque é que uns sofrem com o FC Porto, outros com o SL Benfica, outros com o Sporting CP? Porque é que, no mundo inteiro, há milhões de pessoas para quem os dias são mais felizes ou mais infelizes conforme as vitórias ou derrotas do Barcelona, do AC Milan, do Flamengo ou do Liverpool? E porque é que, com tantas coisas que somos capazes de trair, só não canseguimos trair o clube que um dia percebemos que amaríamos até à morte?

Comecei a amar o FC Porto tinha sete anos de idade. Já lá vão trinta e cinco anos desta paixão pelo azul-e-branco que constantemente se intromete na minha vida e nos meus planos, planeando a minha agenda, organizando a meu tempo, ocupando grande parte dos meus sonhos. Destes cem anos do FC Porto eu reivindico trinta e cinco como meus. Trinta e cinco anos em que vi desfilar gerações de jogadores com cujos feitos atravessei a infância e adolescência, cresci e me fiz homem.
Hernâni, Américo, Custódio Pinto, Octávio, Pavão, Festas, Cubillas, Oliveira, Fernando Gomes, Madjer e todos os outros - os fora-de-série, os que nunca esqueceremos enquanto a magia do Futebol significar alguma coisa no espaço reservado às nossas memórias.

Se eu mandasse, não era qualquer um que vestiria a camisola do FC Porto. Quanto mais não fosse, por respeito para com os que, no Passado, serviram o Clube apaixonadamente. Só admitiria com aquela camisola profissionais para quem não fosse indiferente estarem de azul ou de verde ou de vermelho.
Ainda não me esqueci dos exemplos do Rui Águas e do Dito - duplamenle traidores e símbolos do mercenarismo hoje dominante e bem exemplificado na fracticida guerra lisboeta, onde nem sei que mais lamentar: se os dirigentes do SL Benfica, os do Sporting CP, os jogadores envolvidos ou as patéticas figuras de umas aves de rapina saloias, travestidas de advogados ou de “empresários”. E, embora eu saiba que as tentações são tantas que hoje não há junior que faça três bons jogos pela equipa principal e que não comece logo a magicar um contrato para Itália - apesar de saber tudo isso! -, acredito que no FC Porto é diferente: que há ali uma mística particular, de quem se habituou a sofrer pelas vitórias, de quem aprendeu a ouvir as calúnias em silêncio, a sustentar a hostilidade e o ódio de todo um País de invejosos e de medíocres. E por isso somos campeões! Porque aprendemos a contar apenas com as nossas próprias forças - no campo, no balneário ou nas bancadas onde moram os portistas. Porque sabemos arrostar com o mercenarismo da Imprensa, com as provocações dos Conselhos de Disciplina, [da FPF], com o ódio dos Estádios onde os outros procuram no FC Porto e na cidade Invicta, o bode expiatório para a irresponsabilidade e a incompetência próprias - como está tristemente à vista no SL Benfica.
Por isso, nós, portistas, até quase que nos comovemos quando vemos João Pinto centrar para a bancada ou o Vítor Baía deixar a bola fugir-lhe por entre as pernas a dois minutos do fim, em Gotemburgo. Porque aqueles dois, para nós, são mais do que simples profissionais: são o símbolo de uma mística de respeito pelo Clube e pelos sócios, de amor à camisola que vestem, de orgulho pela sua condição de homens de palavra e de coração, e não apenas aves migratórias - Hoje aqui, Amanhã onde lhes pagarem melhor.

Um clube assim não se inventa nem se imita. Um clube assim não é campeão por acaso ou porque compre os árbitros, como gostam de dizer os que estão habituados a fazê-lo. Um clube assim não vive cem anos por acidente, por bênção dos deuses, por favores do Destino ou por consentimento dos outros.
Vive-se cem anos, cem anos de glória, quando se aprendeu a sofrer e a lutar, quando se sabe perder sem desespero e ganhar sem arrogância. Mesmo que rodeados pela incompreensão e a inveja alheias, mesmo que fechados sobre nós próprios, nas horas de alegria como nas de tristeza.

Para mim, o FC Porto é qualquer coisa de impartilhável, qualquer coisa que não interessa explicar aos outros.
Eu sei que os adeptos dos outros clubes sentem o mesmo das suas cores. Mas há, na História centenária e no espírito deste clube, alguma coisa mais do que outro nome e outras cores: há gerações sucessivas de gente simples, fiel e séria, que as circunstâncias ensinaram a celebrar e a chorar os seus êxitos e desgostos numa solidão altiva, num orgulho que é só nosso.

São cem anos de solidão - uma solidão de Amigos que só as pedras do Porto sabem sentir como nós.

ps: os negritos são da minha responsabilidade.

in http://www.dragaodoente.blogspot.com

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os tristes

September 1st, 2010

blue

© google

« A liderança do FC Porto é sempre um mistério que Lisboa não consegue entender. »

MANUEL CARVALHO

in http://www.ojogo.pt

caríssima(o),

efectivamente, porque após o encontro de Vila do Conde, o meu FC Porto regressou à liderança isolada do Campeonato - para mim, o seu lugar natural nas últimas duas épocas -, precisamente 463 [quatrocentos e sessenta e três] dias depois de ter usufruído pela última vez do primeiro lugar sem companhia, apareceram as vozes discordantes. só assim se compreende o desabafo que encima este ‘post‘ e ao qual uno a minha “voz”.

e que vozes discordantes são aquelas?
são precisamente as que se socorrem dessa figura enigmática que é «o Sistema» para justificarem as vitórias do FC Porto e, por inerência, as derrotas dos seus clubes. para elas, é sempre mais fácil e bem mais cómodo apontar defeitos (por via da maledicência e da calúnia) ao adversário do que reconhecer os seus próprios erros.
bem sei que pertenço à colheita de 1975, pelo que sou um miúdo comparado com muitos de vós, que têm a paciência de me ler. mas já estou a ficar farto de tal estafado argumento. e de que o Presidente Pinto da Costa tem todos os árbitros comprados e que o meu clube é uma cambada de «corruptos». como se o clube daquelas vozes discordantes fosse o paradigma da Perfeição.

para que fique bem claro, repito o que já aqui escrevi porque é a minha mais firme convicção: «“atirar pedras ao telhado do Vizinho” é um sério risco, tendo em consideração os “telhados de vidro” que existem e persistem em TODOS os clubes ».

relativamente a esta jornada, a sustentação da tese da cabala, que justifica a posição cimeira e destacada do FC Porto, assenta em duas premissas; a saber:

1) o primeiro golo do FC Porto é precedido de dupla falta (!), ambas de Falcao - a primeira, sobre o central do Rio Ave na procura de espaço para disputar a bola; uma segunda, após o remate do Hulk, «atrapalhando» o guarda-redes vilacondense;

2) aos 39′ Álvaro Pereira fez falta sobre Tarantini passível de grande penalidade.

pois bem.
não sou nenhum especialista em questões de arbitragem, nem pretendo sê-lo neste meu desabafo. só espero que o jogo seja analisado com o máximo de imparcialidade possível, pese as lentes dos meus “óculos” serem um pouco mais azuis do que o normal. assim:

a) sobre o lance do primeiro golo não vislumbro qualquer falta do nosso ponta-de-lança, no sentido em que (i) nem com um escadote, o central do Rio Ave conseguiria disputar o centro do Palito e (ii) só com muita imaginação é que o guarda-redes Mário Felgueiras pode afirmar que o Falcao o «perturbou na sua acção». o que lhe terá «perturbado» foi o facto de ter deixado escapar o remate de Hulk por debaixo do seu corpo;

b) no lance do hipotético penalty - que existiu, de facto, pois o Palito cometeu duas entradas a fazer lembrar as do David Luíz ao longo de todo um campeonato (mas sem o sangue que envolve as do central brasileiro) - as vozes discordantes “esquecem-se” de um pormenor importante e que faz toda a diferença: o jogador do Rio Ave que se prepara para receber o cruzamento, próximo do vértice direito da grande área portista, está em claro fora-de-jogo. portanto, tudo o que daí adveio deve ser considerado improcedente, «penso eu de que».

no entanto, não deixa de ser assaz curioso que as mesmas vozes discordantes, ainda sobre o mesmo encontro, não encontrem argumentos que refutem a minha firme convicção de que os jogadores do FC Porto estão a ser alvo de entradas (no mínimo) ríspidas. não vou afirmar que os adversários o fazem de propósito, como acontece, por exemplo, com o Carlos Martins e mais recentemente, o Cardozo, mas felizmente que o Sereno ainda não foi convocado, ou então teríamos muito que contar.
como resultado prático daquelas entradas mais “rasgadinhas”, desta feita “a fava” saiu a Sapunaru. mas também Hulk, Fernando e João Moutinho sentiram na canela - no caso do Incrível foi mesmo no joelho - o quanto os seus adversários confundem a bola com os seus mágicos pés. são mesmo toscos, estes nossos adversários; fazem lembrar o Magnusson. penso que aquelas vozes discordantes considerarão que é mais um efeito da Jabulani, certamente - que é demasiado rápida nos pés dos virtuosos jogadores portistas. é!, deve ser isso mesmo.

já agora e porque estive a (re)ver os lances polémicos dos jogos daquelas vozes discordantes, duas perguntas de algibeira em que a única resposta válida é SIM ou NÃO:

1) no lance do primeiro golo do Sporting CP, o Levezinho está ou não em situação de fora-de-jogo quando é solicitado pelo Djalo?

2) no jogo do SL Benfica, houve ou não um atraso deliberado de Luisão para o (entretanto bestial) Roberto, após a grande penalidade desperdiçada pelo Vitória de Setúbal?

por último, lastimo que toda a Comunicação Social alinhe no diapasão das vozes discordantes, sendo o seu megafone predilecto. e que persista numa linha editorial que assenta na omissão de lances capitais, por forma a sustentar a velha máxima de que «se não passou na TV, então é porque não existiu».
numa palavra: lastimável. e nojento, também, porque abjecto. e revelador do profissionalismo de muitos dos jornalistas da nossa praça, que não conseguem despir a camisola, quanto mais retirar o cachecol que levam ao pescoço quando vão comentar os jogos para que são escalonados - e que deveriam pugnar por um valor que dá pelo nome de “Isenção”.

em suma: são uns tristes, aquelas vozes discordantes. fazem lembrar os velhotes dos saudosos Marretas, sempre a discordar de tudo e de nada, por tudo e por nada e sem saberem (sequer!) o porquê de estarem lado a lado numa tribuna.

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adenda

August 31st, 2010

o Samurai

© JN

caríssima(o),

este post é uma adenda ao «compromisso com as vitórias».
aproveito a ocasião para saudar o regresso do cronista de O JOGO, Jorge Maia, ao convívio de quem quer Bem ao clube azul-e-branco.

R-E-S-P-E-I-T-O

JORGE MAIA

André Villas-Boas ganhou mais do que uma Supertaça ao SL Benfica desde que chegou ao FC Porto. E também ganhou mais do que as três primeiras jornadas do campeonato e do que os dois jogos do play-off da Liga Europa. E ganhou mais do que a concentração de Helton e a eficácia de Hulk e a visão de João Moutinho.
Mais do que tudo - mais até do que uma equipa que resiste às saídas de Bruno Alves e de Raul Meireles e que já joga à imagem do seu treinador -, André Villas-Boas ganhou respeito. E esse era o seu primeiro e maior desafio.

Não é fácil ser-se respeitado como treinador de futebol, em Portugal, com apenas 32 anos de idade. E é ainda mais difícil ser-se respeitado quando se sai da sombra de um grande treinador como é José Mourinho. Mas André Villas-Boas conseguiu-o em apenas 90 [noventa] dias.
Hoje, ninguém o acha demasiado novo, ninguém o confunde com Mourinho e ninguém duvida de que está a construir o seu próprio caminho. Hoje, 90 [noventa] dias depois de ter chegado ao FC Porto, André Villas-Boas já não é uma incógnita para ninguém e essa é, com toda a certeza, uma boa notícia para o Clube.

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voou como um passarinho *

August 31st, 2010

Hleb

in http://www.ojogo.pt

* passarinho - epíteto que utilizo para designar aqueles adeptos do clube da Águia que «falam, falam, falam» - por vezes, também escrevem, mas muito mal - e não ganham nada com isso. normalmente, utilizam um Passado «glorioso» como argumento final para combater a Realidade. porém, esquecem-se (de propósito?) que esta última é dura e revela que o Presente é dominado por um «clube regional» mas igualmente vencedor a nível nacional e, blasfémia!, a nível internacional! ;)

leitura em dia

August 31st, 2010

e-book

© eiffel

caríssima(o),

as merecidas férias aproximam-se a passos largos. é (também) aquele tempo de colocar a leitura em dia. para além do obrigatório café com o cheirinho do jornal O JOGO, que não dispensarei, levarei na bagagem o “Fortaleza Digital“, de Dan Brown e o muito luso “A Cidade e as Serras“, de Eça de Queirós - este último título para reler com o puro deleite que merece e que tanto me apraz.

para além daquelas sugestões de leitura, bem ao estilo de “conselheiro avalizado” - como o carismático prof. Marcelo Rebelo de Sousa -, também não dispensarei a mística NORTADA, às Terças-feiras.
reconheço que a prosa de Miguel Sousa Tavares, neste particular, já teve melhores dias mas, para mim,  aquele artigo de opinião semanal continua a ser “o” clássico daquele dia da semana, a par do Trio d’Ataque - este último para me divertir com as baboseiras e anormalidades do cineasta falhado que entretanto virou comentador de futebol.

desta forma e como o prometido neste espaço não é de vidro, há que fazer uma revisão da matéria dada em relação à (já) habitual categoria « e que o Vento Norte esteja contigo! ® » - que é como quem escreve: há que actualizar a postagem das últimas NORTADAs.
desde a última - publicitada no post t(r)emores - só houve mais uma publicação, a 10 de Agosto; entretanto, parece que o sr. foi de férias. escrevo «parece» pois, desde então, não houve um simples aviso nas edições de Terça-feira a informar os (fiéis) leitores da omissão daquela crónica habitual. mais um exemplo de cavalheirismo, de profissionalismo e (sobretudo) de respeito por parte do pasquim da Travessa da Queimada. adiante.

para além daquele artigo de opinião que já é um habitué, este post vem com os bónus adicionais da publicação (1) das duas últimas crónicas de Rui Moreira na sua habitual coluna de Sexta-feira PLENOS PODERES, e da recente entrevista de Pinto da Costa ao ESPESSO (mais conhecido por EXPRESSO).
ou seja e em suma: não te faltará motivos para cansares um pouco mais a vista em frente a um monitor de um computador e sentires a(o) tua(teu) mais-do-que-tudo a moer-te o juízo porque a comida já está na mesa e a arrefecer…

assim e sem mais delongas, a seguir poderás (re)ler:

1) a NORTADANa Hora Exacta“, por Miguel Sousa Tavares, a 10 de Agosto

2) a coluna PLENOS PODERESUma Nova Ambição“, por Rui Moreira, a 13 de Agosto

3) a coluna PLENOS PODERES Uma Época Diferente“, por Rui Moreira, a 27 de Agosto

4) a entrevista de Pinto da Costa ao ESPESSO, a 14 de Agosto

[não precisas de agradecer. eu sei que sou um querido ;) ]

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